Quem está por trás da Peloravique
- Várias
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Projetos apoiados
Startups acompanhadas desde a fase de ideia até às primeiras rondas.
- Ampla
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Anos de prática
Experiência combinada em finanças, operações e produto digital.
- Diversos
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Modelos criados
Modelos financeiros adaptados a equipas enxutas e orçamentos apertados.
Primeiros projetos piloto com startups locais
Colaboração com comunidades e programas de apoio
Criação da metodologia Roteiro de Runway
Refinámos a metodologia Roteiro de Runway, juntando cenários, limites de gasto e sinais de alerta num único fluxo de trabalho. A partir daqui, cada novo projeto passou a seguir esta estrutura, ajustada à realidade de cada equipa.
Consolidação da abordagem e crescimento contínuo
Com mais equipas a depender dos nossos modelos para decisões críticas, reforçámos o foco em transparência, documentação e comunicação clara. Hoje, continuamos a ajustar ferramentas e processos para acompanhar as mudanças do ecossistema startup em Portugal.
Reconhecimentos
Ao longo dos anos, a nossa forma de falar de orçamento com fundadores foi sendo notada em comunidades, programas de aceleração e iniciativas locais ligadas ao ecossistema empreendedor em Portugal.
Distinção em apoio a fundadores
Reconhecimento por apoiar equipas fundadoras a traduzirem visão de produto em orçamentos claros e partilháveis com investidores e parceiros.
Menção em comunidade startup
Menção especial de uma comunidade de empreendedores pela abordagem pragmática ao planeamento de runway e controlo de gastos em fases iniciais.
Colaboração com aceleradoras
Reconhecimento interno de um programa de aceleração pela colaboração próxima com equipas na preparação de projeções financeiras realistas.
Destaque em transparência financeira
Destaque em iniciativa local por promover transparência financeira e ferramentas acessíveis a fundadores em Portugal.
Os princípios que guiam o nosso trabalho com orçamentos de startups
Confidencialidade e respeito pelo contexto de cada equipa
Confiança nasce quando o fundador sente que pode mostrar o ficheiro completo, não apenas a versão bonita para apresentação externa.
Compreender antes de estruturar números
O orçamento não existe num vácuo; ele acompanha decisões sobre produto, marketing e equipa. Por isso, recusamos modelos que apenas repetem fórmulas padrão e insistimos em compreender o contexto de cada startup. Esta curiosidade estrutural ajuda-nos a criar planos que sobrevivem ao primeiro choque com a realidade e que podem ser ajustados sem recomeçar tudo do zero.
Transparência como ferramenta de decisão
Parceria de longo prazo com fundadores
Preferimos construir relações em que voltamos a ser chamados quando a realidade muda, em vez de entregar um ficheiro e desaparecer. O orçamento é um organismo vivo, que acompanha fases de crescimento, recuos estratégicos e novos ensaios. Mantemos espaço para revisões, dúvidas e adaptações, tratando cada projeto como uma parceria contínua, não como uma tarefa isolada.
Rigor financeiro com empatia pelas pessoas
Sabemos que cada linha de custo representa tempo, energia e expectativas de pessoas reais. Por isso, falamos de números com rigor, mas também com empatia. Quando propomos cortes, adiamentos ou apostas, fazemos questão de explicar o raciocínio e de ouvir as preocupações da equipa, para que o plano final seja financeiramente sólido e humanamente viável.
O que acreditamos sobre orçamento
Quando falamos de orçamento, falamos também de palco, de guião e de ensaio geral. Usamos metáforas porque ajudam fundadores cansados de jargão a ver o dinheiro da startup como parte viva da história e não como um obstáculo abstrato no caminho.
Acreditamos que o orçamento não serve para domesticar a ambição de uma startup, mas para lhe dar contornos nítidos. Quando colocamos cada decisão em números, deixamos de discutir apenas opiniões e passamos a negociar cenários. O nosso trabalho é traduzir ideias em linhas e colunas que toda a equipa compreende, para que o debate deixe de ser abstrato e passe a ser concreto, honesto e alinhado com o caixa disponível.
Um bom plano financeiro não adivinha o futuro; ensaia versões diferentes dele para a equipa escolher a que faz mais sentido.
Mudar a relação da equipa com o orçamento implica redesenhar a forma como os dados são apresentados. Criamos relatórios que respondem a dúvidas concretas, como se há margem para contratar ou quanto runway se perde ao lançar uma nova funcionalidade. Assim, cada atualização financeira deixa de ser um ritual penoso e passa a ser uma ferramenta de decisão partilhada.
Quando desenhamos um modelo de orçamento, testamos sempre se a lógica cabe numa explicação simples, quase como um esboço num quadro. Se a estrutura só vive dentro de fórmulas complexas, sabemos que algo está errado. O objetivo é que qualquer pessoa chave da equipa consiga contar a história do dinheiro da startup, do primeiro euro gasto ao último mês de runway projetado.
Olhamos para o crescimento de uma startup como uma narrativa em capítulos, não como um gráfico em linha reta. Cada fase tem necessidades específicas de caixa, equipa e experimentação. Ao organizar o orçamento em torno destes capítulos, ajudamos a evitar saltos bruscos que deixam a história pela metade e criamos espaço para ajustes conscientes sempre que a realidade decide reescrever o guião.
Planeamos finanças como quem escreve um guião: cada cena precisa de recursos, tempo e propósito claros para fazer sentido no conjunto.