Quem está por trás da Peloravique

Provavelmente já fizemos todos o mesmo erro: abrir uma folha de cálculo em branco, escrever “Orçamento Startup” no topo e acreditar que o resto vai aparecer por magia. Nós também. E foi precisamente nesse vazio entre o entusiasmo e os números que nasceu a Peloravique. A nossa equipa juntou pessoas de finanças, operações e produto que passaram por incubadoras, rondas tensas com investidores e aquelas reuniões em que o caixa do mês seguinte parece um enigma. Não chegámos aqui a partir de teorias; chegámos a partir de folhas de cálculo amassadas e conversas longas com fundadores cansados. Criámos uma forma simples de ligar o que a equipa quer construir ao dinheiro que realmente existe, sem promessas fáceis nem jargão desnecessário. Em vez de planear um castelo no ar, ajudamos a decidir que funcionalidades entram, que contratações esperam e que margem de segurança faz sentido para cada fase. Trabalhamos com uma metodologia própria, que chamamos de Roteiro de Runway, onde cruzamos cenários, prioridades e limites claros de gasto. O resultado é um plano que a equipa entende, discute e adapta, em vez de um ficheiro esquecido numa pasta partilhada. A nossa missão é esta: transformar o orçamento num aliado de cada decisão, para que a startup consiga crescer com intenção e dormir com um pouco mais de calma no fim do mês.
Falar connosco
Várias
Projetos apoiados
Startups acompanhadas desde a fase de ideia até às primeiras rondas.
Ampla
Anos de prática

Experiência combinada em finanças, operações e produto digital.

Diversos
Modelos criados
Modelos financeiros adaptados a equipas enxutas e orçamentos apertados.
Fundadores a rever orçamento
2018

Primeiros projetos piloto com startups locais

Percebemos que muitos fundadores em Portugal estavam presos entre modelos complexos demais e folhas simplistas. Começámos a trabalhar lado a lado com algumas equipas, redesenhando o orçamento a partir das decisões reais que precisavam de tomar todas as semanas.
01 / 04
Sessão com comunidade empreendedora
2019

Colaboração com comunidades e programas de apoio

A nossa forma de ligar runway, prioridades de produto e decisões de contratação começou a circular em comunidades de empreendedores. Fomos convidados a colaborar com programas de apoio a startups, trazendo modelos mais claros para equipas em fase inicial.
02 / 04
Modelo financeiro em ecrã portátil
2021

Criação da metodologia Roteiro de Runway

Refinámos a metodologia Roteiro de Runway, juntando cenários, limites de gasto e sinais de alerta num único fluxo de trabalho. A partir daqui, cada novo projeto passou a seguir esta estrutura, ajustada à realidade de cada equipa.

03 / 04
Equipa da Peloravique em reunião
2024

Consolidação da abordagem e crescimento contínuo

Com mais equipas a depender dos nossos modelos para decisões críticas, reforçámos o foco em transparência, documentação e comunicação clara. Hoje, continuamos a ajustar ferramentas e processos para acompanhar as mudanças do ecossistema startup em Portugal.

04 / 04

A equipa que transforma números em decisões praticáveis

Marta Silva coordenadora de planeamento financeiro

Marta Silva coordenadora de planeamento financeiro

Lead financial planner

Marta passou anos a traduzir relatórios densos em decisões práticas para equipas pequenas. Na Peloravique, lidera a criação de modelos financeiros que cabem na realidade de startups em Portugal, ligando previsões a decisões diárias de produto, equipa e marketing.

Reconhecimentos

Ao longo dos anos, a nossa forma de falar de orçamento com fundadores foi sendo notada em comunidades, programas de aceleração e iniciativas locais ligadas ao ecossistema empreendedor em Portugal.

2021

Distinção em apoio a fundadores

Reconhecimento por apoiar equipas fundadoras a traduzirem visão de produto em orçamentos claros e partilháveis com investidores e parceiros.

9.2/10
2020

Menção em comunidade startup

Menção especial de uma comunidade de empreendedores pela abordagem pragmática ao planeamento de runway e controlo de gastos em fases iniciais.

8.8/10
2019

Colaboração com aceleradoras

Reconhecimento interno de um programa de aceleração pela colaboração próxima com equipas na preparação de projeções financeiras realistas.

9.1/10
2022

Destaque em transparência financeira

Destaque em iniciativa local por promover transparência financeira e ferramentas acessíveis a fundadores em Portugal.

8.6/10

Os princípios que guiam o nosso trabalho com orçamentos de startups

Não vendemos promessas fáceis nem atalhos mágicos. Valorizamos relações em que podemos falar abertamente sobre caixa, riscos e limites, sempre com foco na sobrevivência e evolução saudável da startup.
01

Confidencialidade e respeito pelo contexto de cada equipa

Sabemos que abrir os bastidores financeiros de uma startup pode ser desconfortável, sobretudo quando o caixa não acompanha a ambição. Por isso, tratamos cada projeto com a mesma reserva que esperaríamos se estivéssemos do outro lado da mesa. Trabalhamos com partilhas claras sobre como usamos e guardamos informação, e evitamos recolher dados que não sejam necessários para o planeamento. Esta postura permite conversas honestas sobre erros, surpresas e limites, sem receio de exposição desnecessária.
Confiança nasce quando o fundador sente que pode mostrar o ficheiro completo, não apenas a versão bonita para apresentação externa.
02

Compreender antes de estruturar números

O orçamento não existe num vácuo; ele acompanha decisões sobre produto, marketing e equipa. Por isso, recusamos modelos que apenas repetem fórmulas padrão e insistimos em compreender o contexto de cada startup. Esta curiosidade estrutural ajuda-nos a criar planos que sobrevivem ao primeiro choque com a realidade e que podem ser ajustados sem recomeçar tudo do zero.

03

Transparência como ferramenta de decisão

Acreditamos que o fundador toma melhores decisões quando vê o impacto financeiro de forma clara. Em vez de relatórios opacos, criamos visualizações e narrativas que ligam linhas de custo a escolhas concretas. Quando toda a equipa percebe como cada iniciativa mexe com o runway, o debate deixa de ser apenas sobre opinião e passa a apoiar-se em cenários bem definidos.
04

Parceria de longo prazo com fundadores

Preferimos construir relações em que voltamos a ser chamados quando a realidade muda, em vez de entregar um ficheiro e desaparecer. O orçamento é um organismo vivo, que acompanha fases de crescimento, recuos estratégicos e novos ensaios. Mantemos espaço para revisões, dúvidas e adaptações, tratando cada projeto como uma parceria contínua, não como uma tarefa isolada.

05

Rigor financeiro com empatia pelas pessoas

Sabemos que cada linha de custo representa tempo, energia e expectativas de pessoas reais. Por isso, falamos de números com rigor, mas também com empatia. Quando propomos cortes, adiamentos ou apostas, fazemos questão de explicar o raciocínio e de ouvir as preocupações da equipa, para que o plano final seja financeiramente sólido e humanamente viável.

O que acreditamos sobre orçamento

Quando falamos de orçamento, falamos também de palco, de guião e de ensaio geral. Usamos metáforas porque ajudam fundadores cansados de jargão a ver o dinheiro da startup como parte viva da história e não como um obstáculo abstrato no caminho.

Visão Q1
Acreditamos que o orçamento não serve para domesticar a ambição de uma startup, mas para lhe dar contornos nítidos. Quando colocamos cada decisão em números, deixamos de discutir apenas opiniões e passamos a negociar cenários. O nosso trabalho é traduzir ideias em linhas e colunas que toda a equipa compreende, para que o debate deixe de ser abstrato e passe a ser concreto, honesto e alinhado com o caixa disponível.
Marta Silva Lead financial planner
Visão Q2
Quando ajudamos uma startup a planear o orçamento, olhamos para a operação como um espetáculo em montagem. Há recursos que nunca aparecem na fotografia, mas sem eles nada acontece. O nosso papel é tornar visível o que costuma ficar escondido nas entrelinhas dos custos, para que a equipa perceba o impacto de cada escolha e consiga priorizar sem dramas desnecessários.
João Pereira Diretor de operações
Visão Q3
Em vez de um único ficheiro rígido, trabalhamos com cenários que mostram ao fundador como pequenas mudanças em preços, equipa ou marketing alteram o runway. Esta forma de pensar convida a equipa a testar hipóteses em segurança, antes de as testar com o próprio caixa. O resultado é uma conversa mais madura sobre riscos, prioridades e ritmo de crescimento.
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Um bom plano financeiro não adivinha o futuro; ensaia versões diferentes dele para a equipa escolher a que faz mais sentido.

Ana Rodrigues Analista de cenários
Visão Q4
Muitos fundadores chegam até nós depois de uma sequência de decisões rápidas que pareciam inevitáveis. Ao colocar tudo num modelo claro, conseguimos mostrar onde a intuição brilhou e onde a pressa cobrou demasiado caro. Este espelho numérico não serve para apontar culpados, mas para criar um novo hábito: decidir com base em dados e contexto, não apenas em urgência.
Rui Carvalho Consultor estratégico
Visão Q5
Mudar a relação da equipa com o orçamento implica redesenhar a forma como os dados são apresentados. Criamos relatórios que respondem a dúvidas concretas, como se há margem para contratar ou quanto runway se perde ao lançar uma nova funcionalidade. Assim, cada atualização financeira deixa de ser um ritual penoso e passa a ser uma ferramenta de decisão partilhada.
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O orçamento deixa de ser um castigo mensal quando passa a responder a perguntas reais da equipa, e não apenas a pedidos de relatório.
Sofia Almeida Especialista em reporting
Visão Q6
Quando desenhamos um modelo de orçamento, testamos sempre se a lógica cabe numa explicação simples, quase como um esboço num quadro. Se a estrutura só vive dentro de fórmulas complexas, sabemos que algo está errado. O objetivo é que qualquer pessoa chave da equipa consiga contar a história do dinheiro da startup, do primeiro euro gasto ao último mês de runway projetado.
Pedro Nunes Responsável de produto
Visão Q7
Olhamos para o crescimento de uma startup como uma narrativa em capítulos, não como um gráfico em linha reta. Cada fase tem necessidades específicas de caixa, equipa e experimentação. Ao organizar o orçamento em torno destes capítulos, ajudamos a evitar saltos bruscos que deixam a história pela metade e criamos espaço para ajustes conscientes sempre que a realidade decide reescrever o guião.
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Planeamos finanças como quem escreve um guião: cada cena precisa de recursos, tempo e propósito claros para fazer sentido no conjunto.

Inês Costa Coordenadora de projetos

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